Importante área de conservação da Mata Atlântica, o Jardim Botânico é também uma opção de visitação para baianos e turistas, sobretudo àqueles que buscam contemplar a natureza. Possui uma área de 160.000 m² de floresta tropical úmida chamada de mata dos Oitis devido à grande ocorrência de uma árvore frutífera de grande porte o Oiti-da Bahia. A estrutura conta com um prédio principal de quatro pavimentos, hall de exposições, herbário e uma cobertura com vista para a mata.
O espaço conta com quatro trilhas: a trilha do Pau Brasil, trilha dos Oitis, trilha das abelhas e a trilha do Etnobotânico. Ao final, encontra-se um pavilhão revestido com madeira e a antiga caixa d’água, recuperada que foi transformada em obra de arte, após intervenção do artista plástico Bel Borba.
O Jardim Botânico é também uma importante área de estudos, manutenção e conservação da Mata Atlântica. No primeiro andar do prédio principal está o setor de programas e pesquisas, além de laboratórios, setor de coleções vivas, acervo científico, herbário e salas administrativas. É uma das áreas da cidade que abrigam um espaço etnobotânico voltado à proteção de espécies utilizadas em cultos afroindígena-brasileiros, além de vegetais ameaçados de extinção. No local, também são encontradas espécies do Cerrado e Caatinga.
Com a possibilidade de entretenimento e turismo em área natural para Salvador, no Jardim Botânico, encontramos as mais diversas espécies vegetais nativas, como o Pau-Brasil, Jacarandá da Bahia, Pau-Ferro, Pau-Pombo, Pau-Paraíba, Sucupira e Iguaçu. Além disso, sedia o Herbário RADAMBRASIL onde estão depositadas mais de 60 mil exsicatas (plantas secas) oriundas de diversas formações vegetais do Brasil.
Endereço: Av. São Rafael, s/n – São Marcos, Salvador – BA, 41253-245.
Horário: de terça a sexta-feira, das 8h às 17h. Sábados das 8h às 16h.
Visita guiada nas terças, quartas e quintas-feiras, pela manhã e pela tarde. Telefone para agendamento da visitação: (071) 3202-5667 e 3202-5666.
E-mail: jardim.botanico@salvador.ba.gov.br


Estruturada com marcos simbólicos, plantas sagradas, sinalizações e elementos artísticos, a trilha se apresenta como um território de memória, cura e resistência, atuando como um museu a céu aberto que valoriza lideranças tradicionais, estimula o respeito às crenças e combate a intolerância religiosa.
Publicado Em: 10/02/2025
